Queda nas encomendas internacionais dos Correios virou um dos números mais chamativos do balanço financeiro da estatal em 2026. A arrecadação com encomendas vindas do exterior caiu de R$ 393 milhões no primeiro trimestre de 2025 para R$ 156 milhões no mesmo período de 2026, uma retração de 60,3%.
Para o redirecionador de compras e o personal shopper, esse número não é só uma curiosidade sobre a saúde financeira dos Correios. Ele mostra que o mercado de importação por remessa internacional encolheu de verdade, e isso muda a forma como o marketing do negócio precisa ser pensado daqui para frente.
Entender esse contexto ajuda a tomar decisões melhores, tanto no orçamento de anúncio quanto no tipo de cliente que vale a pena buscar nos próximos meses.
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Queda nas encomendas internacionais dos Correios: o que os números mostram

Queda nas encomendas internacionais dos Correios acompanha uma tendência que começou com o programa Remessa Conforme, criado em 2023 para acabar com a isenção de imposto em compras de até US$ 50, a chamada taxa das blusinhas, segundo reportagem do Poder360.
Mesmo depois de mudanças na cobrança dessa taxa ao longo de 2026, a receita dos Correios com remessa internacional não voltou a crescer. Isso indica que parte do comprador que fazia importação direta simplesmente parou de comprar do exterior ou migrou de hábito.
É importante separar dois movimentos diferentes aqui: a queda de volume que passa pelos Correios não significa automaticamente crescimento para o redirecionador de compras, porque o cliente final também sente o peso do imposto e do dólar mais caro.
A participação das encomendas internacionais no total da receita dos Correios também encolheu, saindo de mais de 22% para menos de 5% em pouco tempo. Isso mostra que o próprio setor logístico está se reorganizando em torno de outras frentes de negócio.
Queda nas encomendas internacionais dos Correios e o que isso muda no marketing

Queda nas encomendas internacionais dos Correios significa um bolo de clientes menor disputado por quem continua no mercado de redirecionamento de compras. Nesse cenário, quem investe em marketing de forma consistente tende a ficar com a fatia maior desse público.
Vale reforçar a comunicação sobre o que diferencia o redirecionador da compra direta pelo consumidor: cuidado com a declaração correta, acompanhamento próximo da encomenda e suporte em caso de problema na alfândega, coisas que o comprador sozinho não tem.
Também vale investir em conteúdo educativo, mostrando ao público que ainda vale a pena importar com ajuda profissional mesmo com o imposto mais alto, principalmente para produtos que não têm equivalente bom no mercado nacional.
Redes sociais bem cuidadas ajudam nesse trabalho de educação do público, mostrando de forma recorrente por que vale a pena pagar por um serviço de redirecionamento em vez de tentar importar sozinho e correr risco de erro na declaração.
Como se posicionar num mercado de importação mais competitivo

O primeiro passo é revisar o público-alvo da comunicação. Em vez de tentar atrair qualquer comprador de importado, vale focar em quem realmente precisa do produto específico, como peças de nicho, tamanhos difíceis de achar no Brasil ou marcas sem loja local.
Depois, vale acompanhar de perto o retorno de cada canal de tráfego pago, já que com um mercado menor, desperdiçar orçamento em público pouco qualificado pesa mais no resultado final do que pesava antes.
Um bom gestor de tráfego pago ajuda a manter esse orçamento eficiente mesmo com o mercado mais disputado. A Mestre dos Reds trabalha com tráfego pago especializado em redirecionadores de compras e personal shoppers, direcionando o investimento para quem realmente converte.
Conclusão
Queda nas encomendas internacionais dos Correios é um sinal claro de que o mercado de importação está passando por um ajuste. Isso não significa o fim do redirecionamento de compras, mas exige mais estratégia de quem quer continuar crescendo nesse cenário.
Quem ajustar o posicionamento, focar no público certo e investir com inteligência em marketing tem mais chance de sair na frente enquanto o mercado se reorganiza.
Acompanhar esses números do setor com regularidade também ajuda a antecipar movimentos, em vez de reagir só depois que a queda de demanda já apareceu no caixa do negócio.
FAQ: Perguntas Frequentes sobre a Queda nas Encomendas Internacionais dos Correios
Por que a receita dos Correios com encomendas internacionais caiu tanto?
Principalmente por causa do programa Remessa Conforme, que passou a cobrar imposto sobre compras internacionais que antes eram isentas, reduzindo o volume de remessas vindas do exterior.
Isso significa que o mercado de redirecionamento de compras está acabando?
Não. O mercado está mais seletivo, e o cliente que continua comprando do exterior tende a valorizar mais um serviço confiável, o que abre espaço para quem se posiciona bem.
Como o redirecionador deve reagir a esse cenário?
Investindo em marketing direcionado, reforçando a diferenciação do serviço e acompanhando de perto o retorno de cada canal de divulgação, em vez de tentar atrair qualquer tipo de cliente.
Existe previsão de melhora nesse cenário?
Depende de fatores como câmbio, novas mudanças na tributação e decisão do governo sobre o Remessa Conforme, por isso vale acompanhar as notícias do setor com regularidade.